A Marcha Mundial das Mulheres em Portugal
  • 22 de Setembro de 2011: O Feminismo é coisa de jovens?
  • 13, 14 e 15 de Julho de 2007: Participação com uma banca na festa da Diversidade - Terreiro do Paço - Lisboa.
  • 23 de Junho de 2007: Participação na Marcha e no Arrail LGBT em Lisboa.
  • 25 de Abril de 2007: Participação no Desfile comemorativo dos 33 anos da revolução de Abril.
  • 24 de Abril de 2007: Participação no Arraial Popular - Abril.
  • 14 de Abril de 2007: Encontro Nacional da MMM - Coimbra.
  • 24 de Janeiro de 2007: Solidariedade Internacional pelo SIM - Conferência de Imprensa Lisboa - divulgação dos apoios internacionais à luta pela despenalização do aborto em Portugal.
  • 1º de Maio 2006: participação no desfile.
  • 25 de Abril 2006: participação no desfile popular com o grupo de batuque da Cova da Moura.
  • 24 de Abril 2006: participação no Arraial Popular na plataforma de organizações por iniciativa da Abril.
  • 17 de Outubro 2005: acção entre as 12h e as 13h no Largo Camões, em Lisboa. Ao fim do dia, lançamento da publicação “Nós de Outras Teias” na Abril.
  • 16 de Outubro 2005: Seminário “Sem Preconceitos” com a presença de Joséphine Kusinza da República Democrática do Congo e que contou com a presença de Elza Pais, recém-nomeada presidente da CIDM.
  • 28 e 29 de Maio 2005: 15 portuguesas estão presentes em Marselha no Encontro Europeu da Marcha. Manuela Tavares, em nome da UMAR fez uma intervenção no Fórum Sexualidade, Aborto e Contracepção e Almerinda Bento participou no Fórum Democracia, Poder, Outra Europa é Possível com uma intervenção intitulada “Com as Mulheres por uma outra Europa”. A manifestação contou com a presença de 10 a 12 mil pessoas, maioritariamente mulheres.
  • 20 de Maio 2005: a Estafeta parte de Caminha e atravessa o rio Minho. A meio do rio grupos de remadoras galegas e portuguesas aguardam as portuguesas que no ferry levam a Carta e a Manta. Na Galiza realiza-se a entrega do testemunho, com uma sessão ao ar livre.
  • 19 de Maio 2005: no Porto, a UMAR celebra a passagem da Carta e da Manta com várias iniciativas e debates em torno da violência. É exibida a Manta sobre a Violência feita por crianças das escolas do Porto. Ao longo destes dias, nas ilhas açorianas das Flores, da Terceira, do Faial, de Santa Maria e de S. Miguel decorrem várias sessões de apresentação e divulgação da Carta e é feita uma Manta açoriana.
  • 18 de Maio 2005: a Carta e a Manta estão em Coimbra e são acompanhadas por acções de rua, debates e exposições. A AJP e a n-t-p são responsáveis pelas acções.
  • 17 de Maio 2005: audiências com os grupos parlamentares do PSD, BE, PS e PCP para apresentação do manifesto e entrega da Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade, assim como a lista de mais de 700 subscritoras/es da Carta.
  • 16 de Maio 2005: apresentação pública da carta e da Manta na Biblioteca Museu República e Resistência. A Carta foi lida na íntegra por mulheres e alguns homens presentes na sessão. Ana Salazar apresentou o quadrado português a ser cosido na manta da Solidariedade. A Coordenação apresentou o Manifesto das reivindicações portuguesas. A sessão terminou com a leitura de poemas por Elsa Noronha.
  • 15 de Maio 2005: Chegada da Carta e da Manta, trazidas pela representante da Coordenação italiana.
  • 14 Maio 2005: a Coordenação Portuguesa está presente no Fórum Temático “Resistências e Alternativas” em Évora. A coordenação realizou um workshop muito concorrido, em torno da Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade e teve uma banca com materiais da Marcha e das associações integrantes da coordenação.
  • 25 de Abril e 1º de Maio 2005: participação nos desfiles populares.
  • 8 Março 2005: Lançamento da Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade em Lisboa, na Rua Augusta.
  • 4-11 Dezembro 2004: a Coordenação Portuguesa da Marcha mandata 3 delegadas ao 5º Encontro Internacional, em Kigali, Ruanda. São elas Almerinda Bento e Cecília Costa da UMAR e Teresa Cunha da AJP. Com as restantes delegadas presentes no encontro, aprovam a “Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade”  pdf(documento em pdf), abstendo-se numa das afirmações sobre Liberdade, por discordarem da omissão da referência ao direito ao aborto no texto da Carta.
  • Outubro 2004: Bruxelas, reunião da Coordenação Europeia da Marcha, onde estão presentes 3 delegadas portuguesas.
  • 22 e 23 Maio 2004: Vigo, grande Encontro Europeu da Marcha, para o qual a Coordenação Portuguesa mobiliza uma centena de feministas. Portugal participa em diversos espaços da Feira Feminista e é responsável pela Feira Feminista sobre Aborto e Direitos Sexuais e Reprodutivos.
  • Fevereiro 2004: Coordenação Portuguesa da Marcha realiza reunião da Coordenação Europeia em Stº. António de Caparica.
  • Setembro 2003: duas delegadas portuguesas estiveram presentes em Utrecht, na reunião da Coordenação Europeia.
  • Junho 2003: a Rede Lilás participa e organiza espaços e oficinas sobre várias temáticas relacionadas com as mulheres no 1º Fórum Social Português. Intervém no processo de escolha de conferencistas, na perspectiva da participação paritária de mulheres nos diferentes espaços de debate, assim como na transversalidade da temática das mulheres no Fórum.
  • Março 2003: presença de Helena Pinto (UMAR) no 4º Encontro Internacional da Marcha, na Índia.
  • 16 Março 2003: constitui-se a rede feminista da Marcha Mundial das Mulheres (Rede Lilás), em que um dos objectivos é participar na preparação e intervir no 1º Fórum Social Português.
  • Fevereiro 2003: esteve presente uma delegada portuguesa na reunião da coordenação europeia em Zurique.
  • 17 Outubro 2002: a UMAR promove um debate, na Livraria Bulhosa, sobre “Mulheres e Globalização” e lança a brochura “Ser Feminista é outro Mundo Também!”
  • Junho 2002: Em Roma, presença de uma delegada portuguesa na reunião da Coordenação Europeia.
  • 17 Outubro 2000: Marcha Mundial, em Nova Iorque, onde estiveram presentes 15 mulheres portuguesas, das quais 11 da UMAR, e uma delegação do Sindicato dos Bancários do Norte.
  • 14 Outubro 2000: A delegação portuguesa na Marcha Europeia em Bruxelas teve cerca de 100 mulheres, oriundas sobretudo do movimento sindical.
  • 7 Outubro 2000: A Marcha Nacional teve a adesão de cerca de 10.000 participantes, que desfilaram em Lisboa, pela Avenida da Liberdade.
  • 2000: A plataforma portuguesa realiza várias acções entre 8 de Março e 17 de Outubro. Em Portugal foram recolhidas 34.753 assinaturas de apoio à Marcha.
  • 1999: Em Portugal, constituiu-se uma Plataforma Nacional que uniu mais de cem organizações em torno de questões relacionadas com as mulheres, a violência e a pobreza.
  • Outubro 1998: em Montreal, no Québec, realiza-se o 1º Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres. Portugal está presente nesse primeiro encontro internacional através da presidente da UMAR, Helena Pinto.

Ao longo deste período, as mulheres da Marcha têm estado presentes nos Fóruns Sociais Europeus (Paris, 2003 e Londres, 2004), nas manifestações pela Paz e contra a Guerra e nos desfiles dos movimentos LGBT. Igualmente têm-se feito representar nos diferentes protestos e concentrações de repúdio pelos julgamentos de mulheres que abortaram (Aveiro, Lisboa e Setúbal).