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Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo Sim
Lançamento de movimento de cidadãs e cidadãos para a campanha do referendo sobre o aborto
5ª Feira, 9 de Novembro, 11h 30m
Livraria Bulhosa – Campo Grande, 10-B
Alexandra Dourado; Alexandra Oliveira; Alice Brito; Almerinda Bento; Ana Luisa Amaral; Ana Luzia Reis; Ana Maria Braga da Cruz; Ana Paula Canotilho; Ana Sara Brito; Ana Vicente; Anália Torres; Angélica Lima; António Gonçalves; Branca Pinheiro; Carla Machado, Carolino Monteiro; Célio Melo da Costa; Conceição Nogueira; Constança Paul; Clara Queiroz; Clarisse Canha; Cristina Duarte; Domingos Cardoso; Duarte Vilar; Eduardo Maia Costa; Elisabete Brasil; Elisa Fernandes; Elza Pais; Fátima Grácio; Fernanda Henriques; Fernando Nobre; Gabriela Moita; Graça Abranches; Helena Roseta; Heloísa Perista; Helena Costa Araújo; Henrique Barreto Nunes; Inês Pedrosa; João Oliveira; José Carlos de Paiva e Silva; José Keating; José Manuel Pureza; Fina D’Armada; Júlio Machado Vaz; Laura Fonseca; Leonor Xavier; Lígia Amâncio; Luísa Corvo; Luiza Cortesão; Luisa Saavedra; Madalena Barbosa; Magda Alves; Margarida Portela; Manuel Sarmento; Manuela Barreto Nunes; Manuela Cruzeiro; Manuela Sampaio; Manuela Tavares; Marisa Matias; Milice Ribeiro dos Santos; Maria do Céu Brás Cunha; Maria das Dores Guerreiro; Maria Helena Carvalho dos Santos; Maria Isabel Barreno; Maria João Sande Lemos; Maria José Gamboa; Maria José Magalhães; Maria da Purificação Araújo; Maria Teresa Horta; Mário Brochado Coelho; Miguel Vale de Almeida; Natércia Coimbra; Paula Moura Pinheiro; Pedro Bacelar de Vasconcelos; Pedro Pinto de Oliveira; Rosa Nunes; Sílvia Portugal; Sofia Marques da Silva; Sofia Neves; Teresa Alvarez; Teresa Almeida; Teresa Cunha; Teresa Joaquim; Teresa Pinto; Teresa Salema; Ulisses Garrido; Virgínia Ferreira.
Contactos: Elisabete Brasil (969373703); Eduardo Maia Costa (966623532); Maria José Magalhães (964107442); Teresa Joaquim (933568722)
TEXTO FINAL MOVIMENTO CIDADANIA E RESPONSABILIDADE PELO SIM
Porque somos cidadãs e cidadãos responsáveis e comprometidos/as com a defesa dos direitos humanos e queremos intervir neste debate não como eleitoras/es de um ou outro partido político, ou mesmo sem partido, mas antes como pessoas conscientes dos seus deveres e direitos cívicos. [1]
Porque está em causa o respeito pela dignidade, autonomia e consciência individual de cada pessoa e pelos princípios da igualdade e da não discriminação entre mulheres e homens. [2]
Porque somos a favor de uma maternidade e paternidade plenamente assumidas e responsáveis antes e depois do nascimento. [3]
Porque o direito à maternidade consciente e à saúde reprodutiva são direitos fundamentais. [4]
Porque as mulheres, como os homens, têm direito à reserva da intimidade da vida privada e familiar. [5]
Porque somos a favor da vida em todas as suas dimensões. [6]
Porque é um elemento essencial do Estado de direito o princípio da separação entre a Igreja Católica ou qualquer outra confissão religiosa e o Estado. [7]
Porque o que está em causa não é o 'direito ao aborto', nem ‘ser a favor do aborto’, mas antes o respeito pelas mulheres que decidem interromper uma gravidez até às 10 semanas, por, em consciência, não se sentirem em condições para assumir uma maternidade. [8]
Porque a penalização do aborto dá origem à interrupção voluntária da gravidez em situação ilegal e insegura, o que tem consequências gravosas para a saúde física e psicológica das mulheres que a ela recorrem. [9]
Porque uma lei penal ineficaz e injusta é uma lei constitucionalmente ilegítima. [10]
Porque consideramos que a sujeição das mulheres a processos de investigação, acusação e julgamento pelo facto de fazerem um aborto atenta contra os valores da sua autonomia e dignidade enquanto pessoas humanas. [11]
Porque nenhuma proposta de suspensão do processo liberta as mulheres da perseguição policial e judicial que antecede o julgamento, envolvendo sempre uma devassa da sua vida privada, e deixando a pairar necessariamente sobre elas uma ameaça de sanção que pode vir a concretizar-se no futuro. [12]
Porque a proibição do aborto dá origem à gravidez forçada o que se traduz em violência institucional. [13]
Porque uma lei que despenalize o aborto não obriga nenhuma mulher a abortar. [14]
VAMOS VOTAR SIM NO PRÓXIMO REFERENDO.
Lançamento do Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo SIM - 9 de Novembro de 2006, Livraria Bulhosa, Lisboa

Lançamento de movimento de cidadãs e cidadãos para a campanha do referendo sobre o aborto


5ª Feira, 9 de Novembro, 11h 30m
Livraria Bulhosa – Campo Grande, 10-B

Alexandra Dourado; Alexandra Oliveira; Alice Brito; Almerinda Bento; Ana Luisa Amaral; Ana Luzia Reis; Ana Maria Braga da Cruz; Ana Paula Canotilho; Ana Sara Brito; Ana Vicente; Anália Torres; Angélica Lima; António Gonçalves; Branca Pinheiro; Carla Machado, Carolino Monteiro; Célio Melo da Costa; Conceição Nogueira; Constança Paul; Clara Queiroz; Clarisse Canha; Cristina Duarte; Domingos Cardoso; Duarte Vilar; Eduardo Maia Costa; Elisabete Brasil; Elisa Fernandes; Elza Pais; Fátima Grácio; Fernanda Henriques; Fernando Nobre; Gabriela Moita; Graça Abranches; Helena Roseta; Heloísa Perista; Helena Costa Araújo; Henrique Barreto Nunes; Inês Pedrosa; João Oliveira; José Carlos de Paiva e Silva; José Keating; José Manuel Pureza; Fina D’Armada; Júlio Machado Vaz; Laura Fonseca; Leonor Xavier; Lígia Amâncio; Luísa Corvo; Luiza Cortesão; Luisa Saavedra; Madalena Barbosa; Magda Alves; Margarida Portela; Manuel Sarmento; Manuela Barreto Nunes; Manuela Cruzeiro; Manuela Sampaio; Manuela Tavares; Marisa Matias; Milice Ribeiro dos Santos; Maria do Céu Brás Cunha; Maria das Dores Guerreiro; Maria Helena Carvalho dos Santos; Maria Isabel Barreno; Maria João Sande Lemos; Maria José Gamboa; Maria José Magalhães; Maria da Purificação Araújo; Maria Teresa Horta; Mário Brochado Coelho; Miguel Vale de Almeida; Natércia Coimbra; Paula Moura Pinheiro; Pedro Bacelar de Vasconcelos; Pedro Pinto de Oliveira; Rosa Nunes; Sílvia Portugal; Sofia Marques da Silva; Sofia Neves; Teresa Alvarez; Teresa Almeida; Teresa Cunha; Teresa Joaquim; Teresa Pinto; Teresa Salema; Ulisses Garrido; Virgínia Ferreira.
Contactos: Elisabete Brasil (969373703); Eduardo Maia Costa (966623532); Maria José Magalhães (964107442); Teresa Joaquim (933568722)

TEXTO FINAL MOVIMENTO CIDADANIA E RESPONSABILIDADE PELO SIM
Porque somos cidadãs e cidadãos responsáveis e comprometidos/as com a defesa dos direitos humanos e queremos intervir neste debate não como eleitoras/es de um ou outro partido político, ou mesmo sem partido, mas antes como pessoas conscientes dos seus deveres e direitos cívicos. [1]
Porque está em causa o respeito pela dignidade, autonomia e consciência individual de cada pessoa e pelos princípios da igualdade e da não discriminação entre mulheres e homens. [2]
Porque somos a favor de uma maternidade e paternidade plenamente assumidas e responsáveis antes e depois do nascimento. [3]
Porque o direito à maternidade consciente e à saúde reprodutiva são direitos fundamentais. [4]
Porque as mulheres, como os homens, têm direito à reserva da intimidade da vida privada e familiar. [5]
Porque somos a favor da vida em todas as suas dimensões. [6]
Porque é um elemento essencial do Estado de direito o princípio da separação entre a Igreja Católica ou qualquer outra confissão religiosa e o Estado. [7]
Porque o que está em causa não é o 'direito ao aborto', nem ‘ser a favor do aborto’, mas antes o respeito pelas mulheres que decidem interromper uma gravidez até às 10 semanas, por, em consciência, não se sentirem em condições para assumir uma maternidade. [8]
Porque a penalização do aborto dá origem à interrupção voluntária da gravidez em situação ilegal e insegura, o que tem consequências gravosas para a saúde física e psicológica das mulheres que a ela recorrem. [9]
Porque uma lei penal ineficaz e injusta é uma lei constitucionalmente ilegítima. [10]
Porque consideramos que a sujeição das mulheres a processos de investigação, acusação e julgamento pelo facto de fazerem um aborto atenta contra os valores da sua autonomia e dignidade enquanto pessoas humanas. [11]
Porque nenhuma proposta de suspensão do processo liberta as mulheres da perseguição policial e judicial que antecede o julgamento, envolvendo sempre uma devassa da sua vida privada, e deixando a pairar necessariamente sobre elas uma ameaça de sanção que pode vir a concretizar-se no futuro. [12]
Porque a proibição do aborto dá origem à gravidez forçada o que se traduz em violência institucional. [13]
Porque uma lei que despenalize o aborto não obriga nenhuma mulher a abortar. [14]

VAMOS VOTAR SIM NO PRÓXIMO REFERENDO.
Lançamento do Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo SIM - 9 de Novembro de 2006, Livraria Bulhosa, Lisboa