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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

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Basta de retrocessos no direito ao aborto legal, seguro e gratuito. Continuaremos a luta!
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Nos Estados Unidos da América, o Supremo Tribunal anulou um direito fundamental das mulheres norte-americanas conquistado em 1973, que garantia o aborto a pedido das mulheres.

No Brasil, recentemente, o processo que culminou na interrupção da gravidez de uma menina de 11 anos, vítima de estupro, constituiu uma verdadeira tortura contra uma criança, por parte da Justiça brasileira, que negou o direito a este procedimento durante 1 mês, período durante o qual a menina esteve institucionalizada e afastada da mãe. A conduta da magistrada e da juíza que pressionaram a menina a manter a gravidez, reflete a parcialidade, impunidade e a violência das instituições contra as mulheres e meninas no país. No Brasil, o aborto constitui o maior problema de saúde pública, com milhares de mulheres a abortarem clandestinamente em cada ano.

Segundo a Amnistia Internacional 47 mil mulheres morrem anualmente no mundo devido a complicações causadas por abortos clandestinos.

A UMAR, que lutou juntamente com outras associações e movimentos de cidadãs/aos, durante quase três décadas, para que uma lei permitisse às mulheres interromper a sua gravidez nos serviços públicos de saúde, direito este que foi alcançado há 15 anos, quer expressar a sua profunda solidariedade com as mulheres, que continuam em várias regiões do mundo a sofrer e a ver negado o direito a decidir sobre as suas vidas, alertando para os perigos destes recuos também em Portugal.

Os ataques e retrocessos nas Leis do Aborto em todo o mundo, são o reflexo de um panorama político cada vez mais polarizado, no qual o conservadorismo e o nacionalismo têm vindo a ganhar cada vez mais força e influência nas decisões políticas que afetam as vidas das mulheres.

Neste contexto, os ataques à nossa liberdade e autonomia, demonstram a forma como os Estados controlam os nossos corpos e as nossas vidas. Cada retrocesso nos direitos das mulheres é um alarme e um perigo para o que pode vir a seguir. Temos por isso de estar atentas e continuar a lutar.

Lisboa, 25 de Junho de 2022
 
Relatório de contas da UMAR de 2021
Relatório de contas da UMAR de 2021 aprovado na Assembleia Geral de 29 de Maio de 2022 e Parecer do Conselho Fiscal.

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Candidaturas abertas para Estágio Profissional de Psicologia no CAM-UMAR
CAM site

A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta ONG feminista encontra-se em processo de recrutamento, entre 15 de Maio e 30 de Maio de 2022, de um estágio profissional na área da Psicologia para o Centro de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica da UMAR em Almada/Monte de Caparica, que se encontre nos requisitos definidos pelo ano profissional júnior da Ordem dos Psicólogos Portugueses bem como esteja em condições de elegibilidade ao financiamento do IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P.

Requisitos:
a) Encontrar-se em situação de elegibilidade para o ano profissional júnior da OPP e ao financiamento do IEFP ATIVAR.PT
b) Ter concluído o Mestrado em psicologia clínica e da Saúde com especialização em psicologia Forense ou em psicologia criminal
c) Ter interesse na intervenção com vitimas de violência doméstica e de violência sexual
d) Ter interesse no trabalho com pessoas adultas e crianças
e) Facilidade na relação com situações imprevistas
f) Criatividade e flexibilidade na intervenção
g) Facilidade e interesse no trabalho em equipa
h) Ter certificação TAV (preferencial mas não eliminatório)
i) Carta de condução (preferencial mas não eliminatório)
j) Disponibilidade imediata (preferencial mas não eliminatório)
k) Voluntariado desenvolvido na área de intervenção a que se candidata (preferencial mas não eliminatório)
l) Voluntariado na UMAR, no sentido geral (preferencial mas não eliminatório)
m) Ter conhecimento e compromisso feminista (preferencial mas não eliminatório)

As candidaturas devem incluir:
▪️ Carta de intenção;
▪️ Currículo atualizado;
▪️ Documentação comprovativa

Candidaturas deverão ser enviadas para o email: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
 
Inaceitável a penalização de médicos/as cujas utentes feito IVG e/ou tenham DST's
Comunicado Médicos IVG 2022

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta considera inaceitável o critério de avaliação dos/as médicos/as de família que os/as penaliza no caso de suas utentes terem feito uma Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) ou de terem doenças sexualmente transmissíveis.

Ambos os critérios são inadmissíveis e persecutórios dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.

É afirmado, no próprio documento produzido pela Administração Central de Saúde e validado pela DGS – Direção Geral de Saúde que o objetivo é "diminuir o número de gravidezes indesejadas".

Isto é algo de perverso, quando sabemos que o número de abortos tem vindo a diminuir, desde a aprovação da lei que em 2007 despenalizou o aborto até às 10 semanas. Concordamos com a posição da Federação Nacional dos Médicos que contesta este critério.

Somos a favor do Planeamento Familiar e se existem falhas é porque faltam médicos/as nos Centros de Saúde.

Além do mais, mesmo que uma mulher faça contraceção acompanhada pelo/a médico/a, podem surgir situações de gravidezes indesejadas e as mulheres têm todo o direito a utilizar a lei da IVG. Não pode ser pressionada pelo/a seu/sua médico/a a não interromper a gravidez, só porque essa situação possa ser penalizadora na sua avaliação. Da mesma forma que não devem ficar excluídas da prevenção das DST/IST, quando esta tem de ser reforçada.

Exigimos que o Ministério da Saúde não aceite estes critérios! Numa sociedade democrática e livre não podemos aceitar nenhum passo atrás.

UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta
 
O 25 de abril de 1974 está na génese da UMAR. A insubmissão continua presente!
Comunicado 25042022 1

As mulheres que saíram à rua no 25 de abril de 1974 e nos dias e meses seguintes traçaram um caminho de força, reivindicação e insubmissão que se traduziu em 1976 na formação da UMAR.
Muitas dessas mulheres, que estiveram na ocupação de casas porque queriam uma casa digna para viver, que gritaram nas manifestações "Casas Sim, Barracas Não", que autogeriram fábricas abandonadas pelo patronato, que estiveram nos cursos de alfabetização, a ensinar e a aprender, ajudaram a formar a UMAR, na altura designada por União de Mulheres Antifascistas e Revolucionárias.

Neste ano, em que a publicação das Novas Cartas Portuguesas perfaz 50 anos, queremos erguer a memória em relação a esta obra ímpar da literatura portuguesa e dos feminismos em Portugal.
Queremos, ainda, saudar todas as mulheres, que nestes últimos 48 anos, se têm envolvido nas lutas pela defesa dos direitos das mulheres e contra as suas múltiplas discriminações.
Contudo, existem ainda muitas e muitas mulheres que, nos tempos atuais, se sentem discriminadas, injustiçadas, sem acesso a questões fundamentais como o direito a uma habitação digna, com vidas precárias, sujeitas a violências que podem culminar em femicídios.

É por essas mulheres que a UMAR quer continuar a lutar.
É contra os retrocessos que o conservadorismo quer impor que nos queremos mover.
É para dar mais força aos feminismos plurais dos tempos atuais que agimos.
É para apoiar os caminhos de insubmissão e de autodeterminação das mulheres que existimos.

A Direção da UMAR
25 de Abril de 2022
 
Formação de Formadores/as para obtenção de especialização em Igualdade de Género
forumar Igualdade de Genero

NOVAS DATAS

O FORUMAR Lisboa irá promover uma ação de "Formação de Formadores/as para obtenção de especialização em Igualdade de Género" (72h) de 23 de maio a 3 de agosto de 2022 e ministrada pelas formadoras Manuela Tavares e Inês Coelho da UMAR.
 
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8 DE MARÇO UM GRITO DE REVOLTA PELA DEFESA DA PAZ E DA NOSSA CASA COMUM - O PLANETA TERRA
No dia 8 de março a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta vai estar nas marchas e manifestações contra todo o tipo de discriminações, na luta contra o machismo, o racismo, a lesbofobia, solidarizando-se com as mulheres de todo o mundo, na greve feminista e em todas as ações que defendam os nossos direitos.

Insurgimos-nos contra a guerra e a invasão da Ucrânia e contra este sistema de guerra permanente em que vivemos, com conflitos localizados em regiões que são sacrificadas em prol da acumulação de poder por parte das superpotências. Como tem acontecido em muitos outros lugares do mundo, são sempre os povos, especialmente as mulheres, as pessoas LGBTQIA+, racializadas, as crianças e as pessoas mais velhas quem mais sofrem, devido ao mesmo sistema patriarcal que manda os homens para as guerras e que os mata. O mesmo sistema legitimado pela NATO, que vê nesta guerra uma oportunidade para se reforçar e para defender a corrida ao armamento, cujos gastos serão pagos por todas e todos nós. Bem sabemos que aqui não há "maus", nem "bons" mas sim interesses políticos, militares e económicos que são colocados à frente de vidas humanas e da vida do planeta.
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MANIFESTO FEMINISTA - LEGISLATIVAS 2022
Aproximam-se as eleições legislativas, um momento importante para que todos os partidos políticos democráticos se comprometam com medidas para uma efetiva Igualdade de Género e de luta contra as várias formas de violência e todo o tipo de discriminações.

Alguns direitos e medidas já se encontram estabelecidas no ordenamento jurídico português, porém não são, muitas vezes, aplicadas na íntegra ou não se refletem nas práticas sociais e institucionais.

Nos últimos anos, vários Planos de Ação pela Igualdade e contra a violência doméstica e de género, assim como a atual Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação (ENIND) 2018-2030 – Portugal + Igual, têm traçado um conjunto de medidas importantes para alcançar a igualdade. Contudo, a sua aplicação ainda carece de uma efetiva lente interseccional que tenha em conta diferentes pertenças das pessoas, no que toca ao género, à raça, à etnia, à classe, à idade, à orientação sexual, à identidade e expressão de género, à diversidade funcional, à origem/nacionalidade, entre outras, e que as coloca em diferentes posições/níveis de privilégio e opressão.

A situação de pandemia prolongada em que temos estado mergulhadas/os, tem trazido consequências penosas para a vida das mulheres, na sua multiplicidade de situações e discriminações. Estas consequências vão prosseguir, sendo, por isso, fundamental que, nas diversas áreas sociais, económicas e culturais se tracem medidas que tenham em consideração esta realidade, assim como as formas de combater as vozes neofascistas e negacionistas que se procuram instalar na sociedade.

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Observatório de Mulheres Assassinadas - Dados preliminares 2021
Entre 1 janeiro e 15 de novembro de 2021 foram assassinadas 23 mulheres em Portugal. Destas, 13 foram mortas no contexto de femicídios nas relações de intimidade (12 femicídios cometidos por homens e um femicídio cometido por uma mulher), 7 foram assassinatos em contexto familiar, 2 assassinatos na sequência de crimes e ainda um assassinato sem motivo identificado (omisso).

No mesmo período decorreram 50 tentativas de assassinatos de mulheres: 40 tentativas de femicídios e 10 tentativas de assassinato.
As 40 tentativas de femicídio ocorreram em diversos contextos: 36 tentativas de femicídios nas relações de intimidade, 3 tentativas de femicídio na sequência de violência sexual e 1 tentativa de femicídio no contexto de trabalho sexual. Já as tentativas de assassinatos decorreram nos seguintes contextos: 5 em contexto familiar, 3 na sequência de crimes, 1 relacionado com crime de ódio e 1 em outro contexto.

INFOGRAFIA
pdfDados preliminares sobre as Mulheres Assassinadas em Portugal - 1 janeiro a 15 de novembro de 2021 »»
 
Manual de Boas Práticas para Profissionais no Atendimento a Vítimas de Violência Sexual do projecto VIVA da UMAR
Imagem Atendimento


O presente Manual de Boas Práticas para Profissionais no Atendimento a Vítimas de Violência Sexual surge no âmbito do Projecto VIVA - Vê, Informa-te, Vai e Age financiado pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE), região Norte, tipologia de intervenção 3.16 - Apoio financeiro e técnico a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, gerido pela UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta e decorre da necessidade sentida de trabalhar a prevenção da violência sexual.

Pretende constituir-se como uma referência de boas práticas e é especialmente dirigido a profissionais das várias áreas que podem contactar com vítimas de violência sexual, tanto no atendimento como no apoio.
 
 
MEMÓRIAS DE FUNDADORAS
#45anosUMARfeminismos

Na sequência da publicação de entrevistas feitas às co-fundadoras da UMAR, integradas no ciclo Memórias de Fundadoras, no âmbito da celebração do 45º aniversário da nossa Associação, partilhamos em baixo as entrevistas realizadas a Manuela Tavares, Rosa Custódio e Guida Vieira.

#3 Manuela Tavares entrevistada por Inês Coelho

manuelatavares

Ver aqui: https://youtu.be/2AF0rU4atYA

#4 Rosa Custódio entrevistada por Janica Ndela

rosacustodio

Ver aqui: https://youtu.be/_mM8EVgq7oQ

#5 Guida Vieira entrevistada por Maria Francisca Ferreira

guidavieira

Ver aqui: https://youtu.be/iIr0ooVKnUI
 
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