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Notícias e Comunicados

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

A violência contra as Mulheres, em todas as suas formas, é uma violação grave dos direitos humanos das Mulheres. É, ainda hoje, dos crimes mais praticados em todo o mundo, com consequências devastadoras para a saúde, ...

Temos o prazer de informar V. Ex.ª que é intenção da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) promover os Percursos do Art'themis e a inauguração da exposição "My Art is Female" de Francesco Zavattari na ...

Exposição Percursos do Art´themisData: 30 de Outubro de 2015 a 18 de Novembro de 2015Local: Galeria Férrer Correia, Casa Municipal da Cultura de CoimbraOrganização: UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta- Projeto ...

nao assedio
Violência no Namoro - 16% dos/as jovens considera normal forçar para ter relações sexuais

Conferência Imprensa

12 de Fevereiro, sexta-feira, 10:30

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto


A Violência no Namoro é uma problemática muito presente na vida dos/as jovens e que pode ter repercussões na vida adulta, pelo seu carácter intergeracional.

Dado a sua dimensão, é necessário um maior trabalho nestas idades, privilegiando sempre o trabalho de prevenção primário.

Esta conferência de imprensa visa precisamente a divulgação dos dados sobre vitimação e legitimação da Violência no Namoro, com dados muito preocupantes.
O estudo em causa integra dados de cerca de 2500 jovens recolhidos e analisados pela UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta.

Contactos:
Ana Guerreiro - 913 060 478
Tatiana Mendes 914 254 282
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Diagnóstico Social pela Igualdade de Género no Funchal (UMAR Madeira)"
Numa aventura de produção de conhecimento relevante acerca das desigualdades de género na cidade do Funchal, a UMAR Madeira colocou mãos à obra para compreender melhor a realidade social do nosso concelho.
Cada vez mais, os municípios portugueses são chamados a ter uma participação ativa na diminuição da desigualdade de género (Monteiro, 2015), quer através dos Planos Municipais para a Igualdade e respetivas medidas, quer através da internalização da perspetiva de género na política municipal, a todos os níveis. Podemos radicar esta necessidade a diferentes níveis, salientando a Carta Europeia para a Igualdade entre Homens e Mulheres na Vida Local.

pdfRelatório Diagnóstico Social pela Igualdade de Género no Funchal
 
1º Encontro Regional para a Intervenção Integrada pelo Fim da Mutilação Genital Feminina
A Câmara Municipal da Amadora, a AJPAS – Associação de Intervenção Comunitária, Desenvolvimento Social e de Saúde e a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, em parceria com outras organizações da sociedade civil e autarquias com actuação na luta contra a Mutilação Genital Feminina (MGF), encontram-se a organizar o 1º Encontro Regional para a Intervenção Integrada pelo Fim da MGF.
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Mensagem de Ano Novo da UMAR
mensagem 2016 11
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Central Parque - RTP com a presença de Manuela Tavares
manuela tavares central parque

www.rtp.pt/play/p2092/central-parque
 
EM HOMENAGEM A LURDES DOMINGUES, A NOSSA LURDINHAS…
lurdes dominguesQueridas amigas e associadas,
A nossa querida amiga, associada e dirigente da UMAR, Lurdes Domingues, faleceu esta manhã.
A partir das 17h00 estará na capela Mortuária do Foco, Porto, onde se encontra em câmara ardente, as cerimónias no Porto serão amanhã às 9h30 e seguirá depois para Paredes de Coura onde será sepultada junto dos pais.
Deixamos esta nota de homenagem em sua memória.

Sindicalista, feminista, ativista política, lembramos Lurdes Domingues na sua camaradagem, na sua alegria e força de viver.
Ativista da UMAR de há longa data, deixa saudades em todas nós pela sua persistência, pela sua profunda consciência de classe e de género, pela sua abertura às novas questões que a política feminista nos coloca.
Atualmente, tinha concretizado um sonho acalentado durante longos anos: continuar os estudos para obter um diploma do ensino superior. Não conseguiu concretizar esse sonho. Como lamentamos, querida companheira. Estarás sempre connosco nos nossos debates, nas ações de rua, em todas as ocasiões.
Em nome da UMAR, toda a nossa saudade!
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16 Dias de ativismo
logo16DiasNo âmbito da campanha internacional 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, este ano, o Núcleo de Lisboa e Vale do Tejo da UMAR planeou organizar e publicar textos sobre as diversas formas de violência contra as mulheres, seguindo a Convenção de Istambul, nomeadamente, violência doméstica, violência física, perseguição, violação e coação sexual, casamento forçado, mutilação genital feminina, aborto forçado e esterilização forçada, assédio sexual e moral, crimes de honra, violência económica, violência simbólica, tráfico e femicídio..
Iniciada em 1991, por mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (Center for Women's Global Leadership - CWGL), esta campanha anual visa sensibilizar a comunidade internacional e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo. Tem início a 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, e encerra a 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, e tem o intuito de estabelecer um elo simbólico entre violência contra as mulheres e direitos humanos.
Durante esse período, organizações da sociedade civil e governos de todo o mundo desenvolvem ações de sensibilização para o fim da violência de género.
Todos os artigos que se seguem foram escritos em resposta ao convite dirigido pela UMAR às autoras. E todos constituem análises preciosas desse fenómeno da violência de Género.
Aceder aos artigos
 
RELATÓRIO DO OBSERVATÓRIO DAS MULHERES ASSASSINADAS (OMA) 2015
Assinala-se a 25 de Novembro o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres.A UMAR divulga os dados do seu Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA) relativos ao período entre 1 de Janeiro de 2015 e 20 de Novembro. Fazendo uma leitura transversal dos dados registados pelo Observatório de Mulheres Assassinadas até 20 de Novembro de 2015, podemos concluir, em síntese, o seguinte:
Os registos do OMA identificam no período de 11 (onze) anos um total de 426 femicídios e de 497 tentativas de femicídio. Das 426 mulheres assassinadas nestes 11 anos de OMA, 359 foram-no no âmbito das relações de intimidade presentes ou passadas (84,3%).
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À Porta da História - Carolina Beatriz Ângelo
À Porta da História, uma magazine documental biográfica sobre personalidades portuguesas nascidas no séc. XIX que deixaram uma marca indelével na história e na cultura do país, está em exibição na RTP Internacional desde o dia 1 de novembro.

Combinando a biografia, o documentário e a informação, a nova magazine produzida pela Ukbar Filmes para a RTP Internacional traça em cada episódio as grandes linhas que compuseram a personalidade e os feitos de portugueses com percursos inesperados e cheios de curiosas facetas que, por vários acasos do destino, foram deslizando para uma zona obscura da memória nacional.

O programa dedicado a Carolina Beatriz Ângelo, com a participação de Maria José Magalhães, será transmitido este domingo pelas 21h30 na RTP Internacional, e é com imenso gosto que enviamos em primeira mão o vídeo promocional de episódio, disponível para download no link: http://we.tl/J17En2aokm
 
28 de Setembro - Dia Global de Ação Pelo Acesso ao Aborto Legal e Seguro

Não culpadas!


mjm naoculpadaMarrocos: 2 anos de prisão. Malta: 3 anos de prisão. Brasil: 4 anos de prisão. Chile: 5 anos de prisão. República Democrática do Congo e Indonésia: 10 anos de prisão. Irlanda: 14 anos de prisão. El Salvador: 40 anos de prisão.

Que crime merece penas tão duras? Qual é o crime, que naqueles países, pode levar uma mulher à prisão?: Abortar.

A estes países, somam-se aqueles que restringem o direito a interromper voluntariamente uma gravidez: pela necessidade de autorização por parte de terceiros, de autorização parental para menores, da aceitação do aborto unicamente em caso de violação, de risco para a vida da "mãe" ou de malformação do feto, taxas proibitivas e outras medidas desencorajadoras. Exemplos recentes: Espanha onde se restringiu o acesso ao aborto para todas as mulheres menores de idade; Portugal que aprovou uma lei que taxa a interrupção voluntária da gravidez e que submete as mulheres que desejam abortar a consultas prévias humilhantes.
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O voto foi uma das mais duras conquistas das mulheres ao longo da história
A atual maioria de direita PSD/CDS lesou os nossos direitos como mulheres.
Impôs a austeridade nas nossas vidas: desemprego, precariedade, cortes nos serviços sociais, na saúde, na educação.
Levou a que as e os nossos filhos fugissem do país, por falta de emprego, por falta de futuro.

Dizem-nos que já temos muito que fazer: cuidar das crianças, das pessoas idosas, fazer contas para gerir a casa. Estas foram declarações recentes do vice-primeiro ministro Paulo Portas!
Mas esse foi o destino que sempre nos quiseram reservar e contra o qual nos rebelámos, porque quisemos estudar, ter um emprego e a nossa independência económica.
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